Novo Ano!

Neste novo ano, temos muitas novidades que vocês poderão conferir em breve. Estamos preparando algumas surpresas com muito carinho e esperamos que vocês gostem. :)

Agora em março, teremos Curso de Shantala para mães, pais, gestantes, avós e acompanhantes das gestantes e também vamos ter a nossa Aula de Parto! Um evento que fez muito sucesso ano passado (quem foi adorou e não queria ir embora!!) e que terá nova edição no dia 18/03!

Além desse eventos, no dia 29 de março, quarta-feira, às 20h, vamos ter nosso primeiro encontro aberto deste ano em Porto Alegre! Estamos em novo local, agora na Cidade Baixa. Vai ser uma noite bem especial com dois relatos de partos lindos que aconteceram em 2016. Um parto domiciliar e um parto hospitalar de gêmeos depois de uma cesárea! Preparem-se, será muita emoção num só dia!!

Confira nossa programação no site e curta nossa página no facebook. Também temos atividades em São Leopoldo para quem mora na região do Vale dos Sinos. Para quem ficou interessada na Aula de Parto, seguem informações abaixo.

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Inscrições: clique aqui.

Valores: 150 reais para inscrição individual ou 180 reais para inscrição de gestante + acompanhante.

 

Aula de Parto

Com alegria divulgamos nossa Aula de Parto! Será um workshop teórico-prático para gestantes, pais, mães, pessoas que vão acompanhar o parto com a gestante. E também para doulas iniciantes e demais profissionais da área da saúde que desejam conhecer um pouco mais sobre o momento do parto, formas de alívio da dor, posturas que auxiliam a descida do bebê, dinâmica e identificação de fases e como lidar com cada fase.

Abaixo segue nosso cartaz, com maiores informações. Aguardamos você!

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O papel do Pai na Gestação, Parto e Puerpério

Com o crescente movimento da Humanização do Nascimento, vieram à tona também vários questionamentos e mudanças com relação ao papel e presença do pai na gestação, parto e puerpério. Muitos homens estão embarcando junto com a mãe de seus filhos nesse universo e descobrindo o quanto sua presença é importante e muitas vezes definitiva.
A Parto Alegre realizou no dia 29/06, em Porto Alegre, e no dia 11/07, em São Leopoldo, encontros com essa importante temática.

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Em cada cidade, questões diferentes se apresentaram… mostrando a singularidade de cada pai em construção. Contamos com os relatos dos pais Rossendo Rodrigues e Leonardo Alende, em Poa. E em São Léo, os papais, suas companheiras e filhotes, Marcelo Freitas e Katlen, Vinicius Borba e Fernanda.

Agrademos sempre a presença de cada um e cada uma que tornou o encontro possível!

Gratidão também aos nossos parceiros Corpo Alegre, Pães de Avalon, Zen Vale dos Sinos, Zeca Integral e Vis Vitalis.

Compartilhamos texto sobre paternidade, escrito por Gilson Beck, pai do Kauê. Gilson esteve presente nos encontros de POA e SL e está gestando um Grupo de Pais em POA. Se você tem interesse em saber mais, escreva para ele: gilson.beck@gmail.com

Gilson e seu filho Caue

Gilson e seu filho Kauê

«O Pai deve dar suporte à Mãe durante a gestação e parto»: isso é o que ouvimos toda vez que se fala sobre o papel do Pai na gestação. Mas, quem dá suporte ao Pai em seus medos, angústias e inseguranças?

Esta pergunta eu escuto há mais de três anos, desde o grupo de gestantes que frequentei durante a gravidez do meu filho. Os pais também têm suas transformações físicas e mentais durante este período de gestação. Um pai também é gestado durante esses meses de barriga. Mesmo que muitos só se entendam pais depois de verem seu filhos nascidos, esses homens já estão em processo junto com suas companheiras mesmo que não percebam ou admitam. 

Pensando nos pais, o grupo Parto Alegre propôs um encontro para tratar do «Papel do Pai». Que grande surpresa foi ver a sala cheia! Eram casais grávidos e futuros pais sem as suas companheiras (sim, alguns homens foram sozinhos!). Para mim, isso indica a importância do tema e mostra a busca dos homens gestantes por um grupo que proporcione informação e suporte.

Dois pais no brindaram com a narrativa dos seus partos, cada um à sua maneira, com suas peculiaridades, com seus afetos, com suas limitações, incapacidades, medos e virtudes. Por isso, repletos de invenções e atitudes próprias, firmes, singulares e decididas. E, na roda, contribuições vivas de outros pais que também estão em gestação e que já tiveram filhos.

Na roda, também, vimos e ouvimos homens com diversas emoções: os de 21 semanas; os de 36 semanas e meia; os angustiados com o sofrimento da temida Dor do Parto; os ávidos por informações para tudo saber e acabar com os imprevistos; os inseguros que tremem e mal conseguem falar dos seus medos; os que temiam o parto domiciliar mas que, ao final, disseram como se fossem o filho: «papai, eu quero nascer em casa!».

Uma diversidade de pais em gestação, cada um sentindo no próprio corpo as transformações causadas por aquele ser que está sendo gerado no corpo da companheira.

Hoje, o pai pode exercer qualquer função na gestação, parto, criação e cuidado com os filhos. Não há um modelo de pai que possamos seguir. Também não disse que este pai é um ser todo-poderoso, que tudo pode e tudo consegue. Pelo contrário, é um homem que entende e assume que não pode tudo!

E esta é a grande transformação. Por perceber que não pode tudo, surge-lhe uma nova possibilidade: ele pode escolher e executar diversas funções na Gravidez, no Parto e, já com seu filho no colo, no Pós-Parto. Inclusive, pode escolher assumir e escolher o ele que não é capaz de cumprir, respeitando a si mesmo e ajudando a gestante na busca de pessoas que estejam ao seu redor para ajudá-la durante o trabalho de parto.

Só não dá para amamentar, afinal, Pai não tem leite. Mas já ouvi o relato de um pai que colocava o bebê no seio da mãe enquanto ela dormia, depois fazia o ritual de arrotar e dormir.  Mesmo não tendo leite, este pai pode se envolver diretamente com a amamentação. O homem, a partir da sua falta, da sua incompletude, a partir da inexistência das funções obrigatórias de um pai, pode inventar uma maneira sua – própria e singular – de lidar com o bebê. Tal como ouvi de um pai: «então quer dizer que… eu posso inventar um jeito de ajudar a minha filha a dormir?».

Longe de esgotarmos o assunto, ficou o gosto de Quero Mais!

Ficou, também, a proposta de criação de um grupo de pais em Porto Alegre para tratar da Paternidade Ativa. Um espaço-tempo para cultivar a singularidade de cada Pai, com consequência em cada casal, em cada parto e cada nova vida que nasce. Proporcionar um espaço para que se crie o Homem-Pai de cada um em cada um. Proporcionar um espaço para que se percebam os limites e as potencialidades de cada um, cultivando o afeto. E porque não dizer, cultivar o Masculino?

Foi emocionante estar com essas pessoas em transformação, pessoas que se preparam para receber e cultivar as novas vidas que já estão em gestação dentro de seus corpos, mentes e corações. Homem também chora, sente medo e tem coragem. E ama!

«Boa Hora» a todos os homens e suas mulheres que estiveram neste encontro!
Confira nossa agenda AQUI e até nosso próximo encontro!
Abraço da Equipe Parto Alegre

ENCONTRO CANCELADO

Pessoas queridas,

nosso encontro de julho foi cancelado por problemas técnicos! Desculpem-nos o transtorno. Seguimos com o encontro do dia 24 de agosto, que será um dia antes do nosso Curso de Doula Pós-Parto!

Nosso encontro aberto acontece às 20h na Rua Miguel Tostes, 929 no Bairro Rio Branco. Será uma alegria vê-los novamente.

Por enquanto, bom frio e até agosto!

Abraços com carinho,

Equipe Parto Alegre.

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O Começo da Vida

Nessa quarta-feira, fizemos uma exibição comentada do documentário O Começo da Vida , que se tornou um gostoso e esperançoso bate-papo sobre infância, gestação, parto e o futuro da humanidade. Porque apesar de ainda hoje vermos diversas crianças do mundo inteiro tendo sua infância roubada; mais do que nunca estamos pensando sobre ela de outras formas, incluindo nesse cenário os cuidadores dessa infância: mãe, pai, sociedade, Estado. Como afirma uma entrevistada do filme ao citar um ditado popular, para cuidar de uma criança, é preciso de uma vila inteira.

Assim, estamos revendo valores, modos de ser e fazer no cuidado com os pequenos, por que é a relação afetiva, o olhar, a escuta e o respeito que vão estruturar aquele indivíduo. E como construir essa relação se as mães, os pais, a família, a comunidade estiver tão ocupada em ganhar dinheiro, em trabalhar, em ter o que comer a ponto de ter de deixar seus filhos em creches ainda em período de amamentação, com 1 mês, 6 meses de vida? Nossos filhos são o legado que deixamos para a humanidade e que legado é esse que estamos criando? Algumas das questões que surgem do filme, entre tantas outras. Este documentário é de uma riqueza e uma felicidade, pois ele consegue tratar de muitos temas e sob muitos aspectos a infância, maternidade, paternidade e o papel de cada agente social nesse processo. Por isso, vejam o filme e deixem que seus corações sintam a sua beleza e potência.

Essa exibição foi uma bela parceria entre a Equipe Parto Alegre e Vale do Ser onde contamos com a presença da terapeuta psicocorporal Evania Reichert que trabalha há anos com os temas da infância, parto humanizado e é autora do livro “Infância, a Idade Sagrada, disponível na Livraria Cultura.

Quem ainda não viu esse filme, veja! E você pode vê-lo de forma gratuita, organizando uma sessão. Para isso, acesse o site: http://www.videocamp.com/pt/movies/o-comeco-da-vida/. Chame seus amigos, vizinhos, a sua comunidade. Vamos propagar essa ideia! E fazer com que mais pessoas se sintam tocadas e assim, a mudança se faça, como conta a história do centésimo macaco: quando atingirmos o centésimo macaco, mudaremos uma cultura.

Deixamos vocês com a pediatra, terapeuta Eva Reich, “Os delicados inícios da vida são de grande importância. São o fundamento do nosso bem-estar da alma e do corpo. Gostaria de pedir-lhes apoio nesses esforços, precisamos de paz na terra, paz que começa no ventre da mãe.”

Aqui um pouco da nossa sessão no momento bate-papo. <3

 

Mãezinha? Não.

Dia das mães se aproximando e a equipe Parto Alegre debatendocomo referir-se a essa data com autenticidade, uma vez que por onde andamos, em outdoors nas ruas e outras mídias a mensagem de mãe/mulher consumista, que só da importância a roupas, cabeleireiro e maquiagem é espalhada como um vírus do patriarcado que insiste em querer parar de pé. O que sabemos é que isso está ruindo, a cada dia que passa as mulheres são mais respeitadas pela sua força e delicadeza, pela via da amorosidade. Cada vez mais mulheres buscam autonomia sobre seus corpos e sim, temos direito de nos maquiarmos  ou não, de nos depilarmos ou não, de estarmos com quem quisermos, quando quisermos.

A Parto Alegre busca ser um agente transformador, para que muitas possam inspirar-se e buscarem empoderamento para mudar um sistema falido que ainda tenta anular ou negar o potencial que temos de parir, gestar, nutrir nossos filhos. Uma mulher “bem-parida” contamina muitas outras em busca de partos mais dignos e respeitosos, um “bebê bem-nascido” muda a sociedade, confia no mundo extra-uterino, pois por ele foi recebido com carinho.

Que o sistema médico, que os obstetras e profissionais da saúde que ainda não se humanizaram, possam entender que aqui NÃO HÁ MÃEZINHA, mas sim lindas e poderosas mulheres que das vísceras ao coração conduzem novos seres a sonho incrível, maluco e desafiador que é estar no planeta Terra como SER HUMANO.
Um SALVE a cada mulher, que pariu ou que precisou de uma cesárea, um salve a cada mãe, avó, cada uma que carrega dentro de si a semente do cuidado e do amor sem medidas, reservas ou fronteiras.

Para homenagear todas as mulheres e mães, escolhemos esse vídeo, o nascimento da Pérola.
Nosso amor e sentimento profundo de agradecimento a Marcela Flueti por compartilhar sua intimidade, Equipe AMA NASCER e ALÉM D’OLHAR por esse vídeo tocante, que vai com certeza contaminar positivamente milhares de mulheres na teia cibernética.

Com carinho, Equipe Parto Alegre
Amanda, Ana Terra, Débora, Luísa e Shana.

PRÓXIMOS ENCONTROS PARTO ALEGRE

Confira mais detalhes no evento do facebook:
https://www.facebook.com/events/1758700154360580/

Em São Leopoldo (09/05) e Porto Alegre (27/04) TEMA: Entendendo a dor no parto.
No encontro do mês de 27 de abril (POA) e 09 de maio (São Leopoldo) trataremos de um assunto que ainda é tabu para muitXs no que diz respeito ao parto: a DOR. Abordaremos tópicos como a dor X o sofrimento / Métodos não-farmacológicos de alívio da dor / Quando chamar de dor? / Como amenizar esta sensação tão intensa à partir de um ambiente de confiança e da exposição de nossos medos afim de dissolvê-los e abrir os caminhos para uma experiência satisfatória de parto. Aberto a todos(as) interessados(as) no tema.
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