Partos fora do hospital são mais seguros

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Na Inglaterra, cada vez mais, há uma mudança de paradigma em relação a forma de entender o nascimento humano. E tem se entendido que parir tem pouca relação com um hospital de alta complexidade e de que esses locais são mais arriscados para gestações de baixo risco, podendo trazer mais riscos de infecções hospitalares, intervenções, realização de episiotomias, parto com fórceps ou ventosa.

O jornal The Guardian publicou duas matérias falando sobre essas mudanças crescentes em relação ao parto, no País de Gales e na Inglaterra – que há muito tempo (desde os anos 1980) reconhece a mulher como protagonista do processo de parir – tem se incentivado o parto domiciliar, em casas de parto e em unidades de saúde conduzidas por enfermeiras e obstetrizes. Além de um atendimento de um para um. Uma enfermeira obstétrica para cada gestante. Um atendimento humanizado e particularizado avaliando caso a caso. Além de se preconizar acima de tudo o respeito à escolha da mulher sobre o local onde ela deseja parir. Eles falam em tornar essas escolhas reais e não apenas em teoria, melhorando o sistema de saúde público inglês.

Segundo matéria publicada no jornal on line da BBC UK “Os trabalhos liderados por parteiras têm melhores resultados para as mães do que as unidades obstétricas e salas de parto tradicionais”, disse Susan Bewley, professora de obstetrícia complexa da Universidade King’s College, de Londres, e parte da equipe que desenvolveu as novas diretrizes do órgão de saúde britânico. “(Esses tipos de partos) podem ser particularmente adequados para todas as mulheres porque as taxas de intervenção são mais baixas”. A ênfase, segundo ela, é na escolha de cada mãe diante de diferentes necessidades. As orientações aplicam-se apenas a mulheres com baixo risco de complicações.

Leia mais no link: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141201_saude_parto_hb#share-tools

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